Fundos Imobiliários: Como avaliar os fundamentos de um FII? CSGH Real Estate FII (HGRE11)

Objetivo do Fundo:
 
O CSHG Real Estate FII (HGRE11) tem como objetivo auferir ganhos pela aquisição, para exploração comercial, de imóveis com potencial geração de renda, predominantemente lajes corporativas.
Informações:
 
Início das atividades: Maio de 2008
Escriturador: Itaú Unibanco S.A.
Taxa de Administração: 1,0% ao ano sobre o patrimônio líquido
Ofertas concluídas: 7 emissões de cotas realizadas
Código de negociação: HGRE11
Tipo Anbima – foco de atuação: FII Renda Gestão Ativa – Lajes Corporativas
Patrimônio Líquido: R$ 1.119.113.701,80
Locatários
Multi locatários. No relatório referente ao mês de agosto de 2016 foi informado um total de 62 contratos de locação no fundo.
 
1) Receita Imobiliária:
 
Total de Receitas Imobiliárias desde novembro de 2009: R$ 393.628.366,00 
(Por motivos de falta de informações de fontes primárias ficaram faltantes os meses de: ago/10, nov/10, mai/11 a out/11, abr/12 e de out/12 a abr/13 ou o equivalente a 16 meses).
Média dos últimos 66 meses (foram excluídos os meses acima citados):
R$ 5.964.066,00
 
2) Receita Financeira:
Total de Receitas Financeiras desde novembro de 2009: R$ 54.861.573,00
 
(Por motivos de falta de informações de fontes primárias ficaram faltantes os meses de: ago/10, nov/10, mai/11 a out/11, abr/12 e de out/12 a abr/13 ou o equivalente a 16 meses).
Média dos últimos 66 meses (foram excluídos os meses acima citados):
R$ 831.235,95
 
3) Receita Total:
 
Cálculo: Receita Imobiliária + Receita Financeira + Lucro Imobiliário
Total de Receitas desde novembro de 2009: R$ 513.603.146,00
 
(Por motivos de falta de informações de fontes primárias ficaram faltantes os meses de: ago/10, nov/10, mai/11 a out/11, abr/12 e de out/12 a abr/13 ou o equivalente a 16 meses).
Média dos últimos 66 meses (foram excluídos os meses acima citados):
R$ 7.781.865,00
 
 
4) Receita Imobiliária Líquida:
 
Cálculo: Receita Imobiliária – Total de Despesas
Total de Receitas Operacionais líquidas desde novembro de 2009:
R$ 319.986.830
 
(Por motivos de falta de informações de fontes primárias ficaram faltantes os meses de: ago/10, nov/10, mai/11 a out/11, abr/12 e de out/12 a abr/13 ou o equivalente a 16 meses).
Média dos últimos 66 meses (foram excluídos os meses acima citados):
R$ 4.848.285,30
 
 
5) Receita Líquida:
 
Cálculo: Receita Imobiliária + Receita Financeira + Lucro Imobiliário – Total de Despesas
Total de Receita líquida desde novembro de 2009: R$ 439.961.610,00
 
(Por motivos de falta de informações de fontes primárias ficaram faltantes os meses de: ago/10, nov/10, mai/11 a out/11, abr/12 e de out/12 a abr/13 ou o equivalente a 16 meses).
Média dos últimos 66 meses (foram excluídos os meses acima citados):
R$ 6.666.085,00
 
 
6) Total de Despesas:
 
Total de Despesas desde novembro de 2009: R$ 73.641.536,00
 
(Por motivos de falta de informações de fontes primárias ficaram faltantes os meses de: ago/10, nov/10, mai/11 a out/11, abr/12 e de out/12 a abr/13 ou o equivalente a 16 meses).
Média dos últimos 66 meses (foram excluídos os meses acima citados):
R$ 1.115.780,85
 
 
7) Distribuição:
 
Total distribuído desde novembro de 2009: R$ 518.247.164,10
 
(Por motivos de falta de informações de fontes primárias ficou faltando o mês de ago/10 ou o equivalente a 1 mês).
Média dos últimos 71 meses (foi excluído o mês acima citado):
R$ 7.299.255,83
 
 
8) Distribuição por cota:
 
Montante distribuído por cota desde novembro de 2009: R$ 729,18
 
(Por motivos de falta de informações de fontes primárias ficaram faltantes os meses de: ago/10, nov/10, mai/11 a out/11, abr/12 e de out/12 a abr/13 ou o equivalente a 16 meses).
Média dos últimos 66 meses (foram excluídos os meses acima citados):
R$ 11,05
 
 
9) Receita Total X Total de Despesas:
 
Cálculo: [(Receita Líquida * 100) / Receita Total] /100
Ideia conceitual: O objetivo deste cálculo é colocar em forma de taxa percentual o quanto sobra nas mãos dos cotistas depois de descontadas as despesas. Neste indicador quanto maior melhor, pois indica que o fundo ou está contendo despesas ou obteve incremento de receita ou ambos. Note que neste caso se usa a Receita Total, já que se trata de um fundo ativo com receitas financeiras e lucros imobiliários recorrentes.
(Por motivos de falta de informações de fontes primárias ficaram faltantes os meses de: ago/10, nov/10, mai/11 a out/11, abr/12 e de out/12 a abr/13 ou o equivalente a 16 meses).
Média dos últimos 66 meses (foram excluídos os meses acima citados): 85,28%
 
 
10) Número de Cotas:
 
 
11) Número de Cotistas:
 
 
12) Número de contratos:
 
 
13) Número de unidades locáveis:
 
14) Área Privativa M²:
 
 
15) Vacância Financeira:
 
16) Valor do M² médio do fundo:
 
 
17) Valor do M² médio corporativo do fundo:
 
Fonte
Relatórios divulgados pela BM&F Bovespa:
Relatórios divulgados pelo administrador do fundo:

2 Comentários


  1. Muito bom essa análise de fundamentos através de gráficos. Não conhecia os indicadores colocados. Parabéns pela análise. Com base neles, dá pra ver que o HGRE11 é um excelente fundo, remunera bem seus cotistas, mas que está sofrendo na crise como qualquer outro, com aumento da vacância financeira e diminuição nos números dos contratos. Abs e à espera dos próximos fundos.

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  2. Fala Leo!! muito obrigado pelo seu feedback. Infelizmente no caso do HGRE11 faltaram alguns relatórios o que prejudicou um pouco a análise. Mesmo assim deu para contar um pouco da história deste FII. Eu concordo com a sua análise focada em vacância e n° de contratos. Mostra que os fundamentos pioraram mas em um cenário bastante adverso, o que de certa forma é esperado. Está parecendo que a estratégia deles agora é focar em ter uma participação maior nos empreendimentos ao invés de posições picadas. Isso é interessante, pois dá mais autonomia ao fundo de trabalhar melhor seus contratos de locação e poder fazer obras com mais liberdade, vide o Paulista Star. Tive a oportunidade de conhecê-lo e gostei bastante do que vi. Além disso, o fundo conta com 75% do Castelo Branco (CBOP11) que na minha opinião é excelente (fica em Alphaville). Lá vc tem empresas como a Azul, Visa, Eletropaulo, entre outras. Não tem muito jeito, as vacâncias vão continuar altas mas elas vem e vão e isso é natural do negócio. Não adianta pegar um fundo bom e sair da posição porque a vacância está mais elevada. A não ser que seja um caso especial de perda de valor. Se vender com vacância alta vai vender no fundo. Se o imóvel não tem valor tem que vender mesmo, a qualquer preço. De mico a gente tem que se livrar. Grande abraço amigo e apareça sempre!

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